quinta-feira, 12 de março de 2015

E a culpa sim,é dos Pais... Que a vida inteira pôs o filho sempre em primeiro lugar deu tudo em dobro sem pensar nas consequências futuras.


Meu Filho é Agressivo

Muitas vezes, essa violência é reproduzida a partir de exemplos dados em casa. Não incentive a resolver conflitos com uso de agressão. Os pais têm que acreditar na não violência.

Não estimule os filhos a responder agressão com agressão na escola. Sugira que a criança converse com o colega agressivo ou que peça ajuda para a professora. Se não houver resultado, os pais devem entrar em contato com a escola.

Da mesma forma que é essencial dar carinho e respeito aos filhos, é preciso impor limites – e quanto antes, melhor.
Busque o apoio da escola, já que boa parte dos casos começam no colégio. A psicóloga ainda defende que os pais fiquem atentos à possibilidade de os filhos cometerem cyberbullying — estes costumam ficar mais agressivos e ansiosos. Um risco, nesse caso, é incorporar esse tipo de atitude para a vida, uma vez que na infância e na adolescência as pessoas.
Os pais têm papel fundamental no monitoramento do uso das redes sociais para evitar a incidência de cyberbullying e, como vítimas dificilmente relatam as humilhações a um adulto, deve-se ficar atentos aos sinais. Se a criança está mais deprimida, triste, tem dificuldade de comer, de dormir ou passou a ir mal na escola, deve-se ficar alerta.

Crianças que são descritas por seus pais como "mais especiais" tem mais possibilidades de registrar altas pontuações nos exames de narcisismo

Toda criança, ao nascer, é banhada por vários olhares e desejos. 

Muitas vezes a palavra “narcisismo” é utilizada no senso comum de maneira pejorativa, para designar um excesso de apreço por si mesmo. Para a psicanálise, trata se de um aspecto fundamental para a constituição do sujeito. Um tanto de amor por si é necessário para confirmar e sustentar a autoestima, mas o exagero é sinal de fixação numa identificação vivida na infância. 

A ilusão infantil de que o mundo gira ao nosso redor é decisiva nessa fase, mas para o desenvolvimento saudável é necessário que se dissipe, conforme deparamos com frustrações e descobrimos que não ser o centro do universo tem suas vantagens. Afinal, ser “tudo” para alguém (como acreditamos, ainda bem pequenos, ser para nossa mãe) é um fardo pesado demais para qualquer pessoa. Alguns, no entanto, se iludem com o fascínio do papel e passam sua vida almejando o modelo inatingível de perfeição.
Quando pais dizem aos filhos o quanto são especiais, provavelmente estão criando um futuro narcisista, alerta um estudo divulgado, que busca analisar a origem do egoísmo extremo.
A pesquisa, divulgada na revista da Academia Americana de Ciências, a "PNAS", se baseia em 565 crianças holandesas entrevistadas ao lado dos pais durante um ano e meio.
As crianças que era descritas por seus pais como "mais especiais do que as outras crianças" ou que "merecem algo extraordinário na vida" tinham mais possibilidades de registrar altas pontuações nos exames de narcisismo que os pequenos que não recebiam elogio.
Os pesquisadores também mediram a forma como os pais valorizavam seus filhos ao perguntarem se faziam declarações como: "meu filho é um grande exemplo a ser seguido pelas outras crianças".
Os pequenos tinham entre sete e 11 anos quando começaram a fazer parte do estudo. Eles e seus pais foram entrevistados quatro vezes diferentes, a cada seis meses.
"As crianças acreditam nos pais quando eles lhes dizem que são mais especiais que os outros", disse Brad Bushman, coautor do estudo e professor de comunicação e psicologia da Ohio State University. "Isso talvez não seja positivo nem para eles nem para a sociedade".

Dizer às crianças que são especiais alimenta narcisismo, afirma estudo

Apoio e carinho dos pais pode ser estratégia melhor que a de inflar o ego.
Jovens ouviram mais que os pais os amava tinham autoestima elevada.